Dia do trabalhador

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História do Dia do Trabalho

No fim do século 19, a ideia de que os trabalhadores deveriam servir como mero instrumento de lucro aos patrões começou a ser questionada e o “trabalho” não poderia mais servir como sinônimo de exploração. Com o surgimento de leis específicas trazendo garantias, o trabalhador percebeu seu papel cidadão e como transformador social.
Em 1º de maio de 1886, ocorreu uma grande greve geral nos Estados Unidos, quando trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Os dias seguintes foram de acontecimentos marcantes como conflitos que resultaram na morte de manifestantes e policiais.
O movimento se espalhou pelo mundo e no ano seguinte, países europeus também decidiram parar em protesto. Porém, foi somente 3 anos após, em 20 de junho de 1889, durante a Segunda Internacional Socialista na França, que oficializou-se a data de “1º de maio” como Dia Mundial do Trabalho, em homenagem àqueles que morreram nos conflitos.
Desde então, O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio de cada ano. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a homenagens e manifestações, mas principalmente, com intuito de incentivar a reflexão sobre nosso senso de cidadania, direitos adquiridos e a importância dos movimentos coletivos.

Fatos marcantes
– No Brasil a data passou a ser comemorada a partir de 1895, porém, foi somente em setembro de 1925 que a data se tornou oficial através de um decreto assinado pelo então presidente Artur Bernardes.
– 1° de maio de 1940, foi quando foi instituído pelo presidente Getúlio Vargas o salário mínimo.
– 1° de maio de 1941, foi criada a Justiça do Trabalho, que é destinada a julgar questões trabalhistas.
– 1° de maio de 1943, foi criada a CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, também no governo do Getúlio Vargas.
– 1° de maio era a data que normalmente divulgava-se o reajuste do salário mínimo nacional.